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Design, objects, material culture and stuff.

MNAA no MUDE

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não poderíamos ter ficado mais expectantes com a iniciativa, desde que ouvimos falar dela no início do ano (e mais desiludidos quando, a dada altura, ouvimos dizer que, afinal, não se faria por falta de orçamento).
Tememos que o MNAA, com colecções que necessitam de mais precaução logo a curto prazo, apenas colocasse as suas sobras no MUDE, visto que o museu do design e da moda ainda não tem as condições que se prometem desde a sua abertura em 2009 (e tememos que as que tem se venham a tornar na sua imagem de marca). Mas afinal, ainda que não sejamos experts no que está para trás do século XIX, pudemos ver peças boas e significativas para criar um diálogo com o design. Pudemos também ver outras que bem estariam no MUDE e em nada completam o MNAA, mas que, para o bem e para o mal, fazem parte da colecção deste último e não da do que nos diz mais respeito.
Gostámos de ver em diálogo o espaço de um estrado, tão comum nos interiores portugueses, e a ideia Memphis de um ring para um convívio colectivo contemporâneo.
Gostámos de ver uma cadeira em evolução, mas teríamos gostado ainda mais de ver este evolução de maneira mais extensiva.
Teríamos gostado ainda mais de ver os Objectos Nómadas em confronto directo, mas não podemos deixar de nos regozijarmos com a proximidade já conseguida.
Por fim, percebe-se que exotismos há-os em todas as épocas, até na nossa.
Depois do MUDE partimos para o MNAA, mas essa é outra conversa.
(prometia-se uma brochura sobre a exposição, mas essa ficou para outro dia)

MNAA no MUDE
Exposição no MUDE até 4 de Setembro de 2011
Curadoria de Bárbara Coutinho (MUDE) e António Filipe Pimentel (MNAA)

(imagens: fotografias da exposição)

We could not have been happier with the initiative since we heard of it earlier this year (and more disillusioned when, at some point, we heard that, after all, it would not happen for lack of budget).
We feared that the MNAA, with collections that need more care in the short term, just put their leftovers in MUDE, since the design and fashion museum does not have the conditions that have been promised since its opening in 2009 (and we fear that they will become its brand image). But after all, even though we are not experts on what’s before the nineteenth century, we saw good items to create a meaningful dialogue with the design ones. We could also see that others could be at MUDE, they don’t complete the MNAA collections, but, for better or for worse, are part of its collection and not tMUDE’s, of which tells more respect.
We liked to see the platform, so common in the Portuguese interiors, and the idea of a ring, by Memphis (Massimo Umeda), belonging to a living contemporary.
We liked to see a chair in evolution, but would have liked to see a more extensive development of this.
We would have liked to see even more Nomad Objects in direct confrontation, but we can not help rejoicing in the vicinity that have already achieved.
Finally, we find that there are exoticisms at all times, even in our own.
After MUDE we left for MNAA, but that’s another conversation.
(a brochure was promised on the exhibition, but that was for another day)
MNAA no MUDE
Exhibition at MUDE until 4th of September, 2011
Curated by Bárbara Coutinho (MUDE) and António Filipe Pimentel (MNAA)
(photos: of the exhibition)

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This entry was posted on May 22, 2011 by in Design, Exposições, Museus and tagged .
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